Bom Dia
Um pastor demitiu-se da sua igreja porque alguns membros fizeram falsas afirmações sobre ele. Achou que defender-se não seria um posicionamento cristão, mas algumas vezes é. Contudo, nesse caso, aqueles que causaram problemas precisavam ser confrontados e suas falsas acusações refutadas. Ele deveria insistir para que se arrependessem ou enfrentassem a disciplina da igreja.
Não refutar pode permitir que aqueles que fazem algo errado continuem em seus maus caminhos, sem que sejam confrontados. Porém, se o Espírito de Deus nos orientar a permanecermos em silêncio, ou se quisermos simplesmente tentar recuperar o nosso orgulho ferido, então deveríamos refrear nossa língua. Você está sendo falsamente acusado? Se discernir que é inútil discutir, ou se o seu orgulho tiver sido ferido, peça a Deus por graça para calar-se. Todavia, se você se preocupa com aqueles que erraram e deseja ver a justiça feita, defenda-se!
adorasoul
adoração a Deus
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Para tirar muitas duvidas..............
Ao ensinar que seus seguidores deviam “dia a dia” tomar sua cruz (Lucas 9:23), Cristo fez da resistência ao diabo (Tiago 4:7) parte fundamental do cristianismo. Biblicamente, “tomamos a cruz” quando resolvemos dar fim ao pecado em nossa vida. Sem essa determinação básica, não há conversão completa. O Senhor frisou bem essa questão: “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:27). Se a nossa intenção de confessar o nome de Cristo é genuína, devemos apartar-nos “da injustiça” (2 Timóteo 2:19).
O que é de fato difícil é traduzir essa intenção da teoria à prática. Mas aqui, como em todas as demais áreas, somos auxiliados pelo exemplo do Senhor. “Para isso se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo” (1 João 3:8). Em sua morte, Cristo destruiu “aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo” (Hebreus 2:14) e, em sua vida, sempre frustrou a obra do diabo repelindo toda sedução que Satanás punha diante dele. Jesus foi em tudo tentado “á nossa semelhança, mas sem pecado” (Hebreus 4:15). Sua vida, portanto, pode servir-nos como um manual sobre como resistir ao diabo em nossas batalhas diárias com a tentação.
Nos evangelhos, não há incidente que melhor revele como Cristo lidou com o diabo do que a tentação no deserto (Mateus 4:1-11; Marcos 1:12-13; Lucas 4:1-13). Eu lhe recomendaria ler estes textos e, ao lê-los, para que possam resistir à tentação, lembrem-se do seguinte:
1. Não devemos desconhecer os expedientes do diabo. Douglas MacArthur disse certa vez: “Quanto mais soubermos acerca do inimigo, mais capacidade teremos de vencê-lo”. Da mesma forma, se quisermos resistir ao diabo, é essencial que saibamos como ele age (2 Coríntios 2:11). Os atos de Satanás traem suas táticas. Os métodos que usou (em vão) com Jesus, ele usará conosco. Uma vez precavidos, ficamos prevenidos.
2. Devemos confiar plenamente em Deus. Conforme a análise de Tiago acerca do processo da tentação (Tiago 1:13-15), Satanás aproveitou os desejos de Jesus na tentativa de abalar a confiança deste em Deus. Ao propor que Jesus matasse a fome transformando as pedras em pão, o diabo ofereceu uma solução para uma necessidade aparentemente esquecida pelo Pai. Ao oferecer entregar os reinos do mundo em troca da adoração de Cristo, o diabo ofereceu um atalho por meio do qual Jesus poderia ter a coroa sem enfrentar a tortura da crucificação exigida pelo Pai. Assim, Satanás tentou explorar os desejos legítimos de Cristo, buscando levá-lo a cometer a iniqüidade, mas em todos os casos Cristo discerniu o engano. Embora as propostas do diabo soassem inócuas, benéficas e mesmo respaldadas na Bíblia (como quando citou as Escrituras para convencer a Cristo a pular do templo), elas na verdade não passavam de ataques insidiosos à bondade e à credibilidade de Deus. (Veja Gênesis 3:1-5. “Quando o diabo mais se mostra nobre e razoável, é aí que ele é mais perigoso” – Dorothy Sayers.) Ter-se entregado às propostas de Satanás teria sido um ato de iniqüidade e descrença. Portanto, Cristo morreria de fome antes de abandonar a vontade de Deus. Ele não desculparia o pecado raciocinando que os fins justificam os meios. Ele não agiria presunçosamente. Também não engoliria ingenuamente uma proposta baseada numa distorção das Escrituras. Antes, ele guardaria “firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel” (Hebreus 10:23). Na tentação devemos nos segurar firmemente à nossa fé e confiar em Deus, pois “esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 João 5:4).
3. Devemos ser guiados pela pelavra de Deus. Jesus não resistiu ao diabo utilizando o seu poder miraculoso ou invocando alguma revelação especial dada a ele e a nenhum outro. Antes, ele se manteve firme, abraçando a palavra de Deus: “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11). Por meio da palavra de Deus, podemos saber como ele deseja que vivamos quando tentados. Isso nos encoraja bastante, pois nos mostra que a resistência está ao nosso alcance. Se permitirmos que a palavra de Deus habite em nós, seremos fortalecidos em nosso homem interior com o poder necessário para vencer o malvado (1 João 2:14). “Porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 João 4:4). Observe os versículos que Cristo citou em resposta às seduções do diabo. “Não só de pão viverá o homem” está em Deuteronômio 8:3. “Não tentarás o Senhor, teu Deus” está em Deuteronômio 6:16. E “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” está em Deuteronômio 6:13. Todas as três são citações de uma parte das Escrituras que se inicia com estas palavras: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Deuteronômio 6:4-5). Cristo mais tarde chamou isso: “O principal de todos os mandamentos” (Marcos 12:29). No deserto, Cristo demonstrou que, embora atacado por severas desvantagens, tanto físicas quanto emocionais, mesmo a maior das tentações pode ser vencida se estivermos completamente comprometidos com Deus e com a sua causa. Que o exemplo de resistência de Cristo sempre nos guie.
–por Kenny Chumbley
sexta-feira, 4 de junho de 2010
apenas adore e receba o melhor do senhor neste fim de semana! que Deus te guie.
Adorar-te é mais profundo do que eu pensei,
Servir-te é tudo o que eu espero
O que mais quero é estar mais junto a ti.
Derramar perante Ti os meus anseios
A minha oferta nesta hora é a verdade,
E te mostrar os meus pequenos sonhos,
Ah Senhor, como eu dependo de ti...
Louvar-te é bem mais do que eu mereço,
Adorar-te mais profundo do que eu pensei,
Servir-te é tudo o que eu espero
O que mais quero é estar mais junto a ti.
Derramar perante Ti os meus anseios
A minha oferta nesta hora é esta música pai,
E te mostrar os meus maiores sonhos,
Ah Senhor, como eu dependo de ti...
Para me curar,
Para me ensinar
O caminho que devo seguir.
Podes me usar Senhor,
Como Tu bem queres...
Abro o meu coração
terça-feira, 1 de junho de 2010
Tire suas duvidas sobre o arrebatamento, buscar sua igreja....
O Arrebatamento pré-tribulacional ensina que, antes do período de sete anos conhecido como Tribulação, todos os membros do corpo de Cristo (tanto os vivos quanto os mortos) serão arrebatados nos ares para o encontro com Jesus Cristo e depois serão levados ao céu.
O ensino do Arrebatamento é mais claramente apresentado em 1 Tessalonicenses 4.13-18. Nessa passagem Paulo informa seus leitores de que os crentes que estiverem vivos por ocasião do Arrebatamento serão reunidos aos que morreram em Cristo antes deles. No versículo 17 a palavra "arrebatados" traduz a palavra grega harpazo, que significa "dominar por meio de força" ou "capturar". Essa palavra é usada 14 vezes no Novo Testamento Grego de várias maneiras diferentes.
Ocasionalmente o Novo Testamento usa harpazo com o sentido de "roubar", "arrastar" ou "carregar para longe" (Mateus 12.29; João 10.12). Também pode ser usada com o sentido de "levar embora com uso de força" (João 6.15; 10.28-29; Atos 23.10; Judas 23). No entanto, para nossos propósitos, um terceiro uso é mais significativo. Diz respeito ao Espírito Santo levando alguém de um lugar para outro. Encontramos esse uso em quatro ocorrências (Atos 8.39; 2 Coríntios 12.2, 4; 1 Tessalonicenses 4.17; Apocalipse 12.5).[2]
Esse último uso é ilustrado em Atos 8.39, quando Filipe, ao completar o batismo do oficial etíope, é "arrebatado" e divinamente transportado do deserto até a cidade costeira de Azoto. De modo semelhante, a Igreja será, num momento, levada da terra ao céu. Não deve-se estranhar, portanto, que um autor contemporâneo tenha chamado esse evento peculiar de "O Grande Seqüestro".[...]
Por que a doutrina da iminência é significativa para o Arrebatamento?
O ensino neo-testamentário de que Cristo poderia voltar a qualquer momento e arrebatar a Sua Igreja sem sinais ou advertências prévios (i.e. iminência) é um argumento tão poderoso em favor do pré-tribulacionismo que se tornou uma das doutrinas mais ferozmente atacadas pelos oponentes da posição pré-tribulacionista. Eles percebem que, se o Novo Testamento de fato ensinar a iminência, um arrebatametno pré-tribulacional estará praticamente assegurado.
Definição de Iminência
Qual é a definição bíblica de iminência? O Dr. Renald Showers define e descreve iminência da seguinte maneira:
1) Um acontecimento iminente é aquele que está sempre "pairando acima de alguém, constantemente prestes a vir sobre ou a alcançar alguém; próximo quanto à sua ocorrência" (The Oxford English Dictionary, 1901, V. 66). Assim, a iminência traz consigo o sentido de que algo pode acontecer a qualquer momento. Outras coisas podem acontecer antes do evento iminente, mas nada precisa acontecer antes que ele aconteça. Se alguma coisa precisa acontecer antes de determinado evento ocorrer, tal evento não é iminente. Em outras palavras, a necessidade de que algo ocorra antes destrói o conceito de iminência.
2) Uma vez que é impossível saber exatamente quando ocorrerá um evento iminente, não se pode contar com a passagem de determinado período de tempo antes que tal evento iminente ocorra. À luz disso, é preciso estar sempre preparado para que ele aconteça a qualquer momento.
3) Não se pode legitimamente estabelecer direta ou implicitamente uma data para sua ocorrência. Assim que alguém marca uma data para um evento iminente, destrói o conceito de iminência, porque ao fazer isso afirma que um determinado intervalo de tempo deve transcorrer antes que tal evento ocorra. Uma data específica para um evento é contrária ao conceito de que tal evento possa ocorrer a qualquer momento.
4) É impossível dizer legitimamente que um evento iminente vai acontecer em breve. A expressão "em breve" implica que tal evento precisa ocorrer "dentro de um tempo pequeno (depois de um ponto específico designado ou implícito)". Em termos de contraste, um evento iminente pode ocorrer dentro de um pequeno intervalo de tempo, mas não precisa fazê-lo para ser iminente. Espero que você perceba, agora, que "iminente" não é igual a "em breve".[3]
O fato de que Jesus Cristo pode voltar a qualquer momento, mesmo que não necessariamente em breve, e sem a necessidade de qualquer sinal anterior à Sua vinda, requer o tipo de iminência ensinado pela posição pré-tribulacionista e é um forte apoio ao pré-tribulacionismo.
Que passagens do Novo Testamento ensinam essa verdade? Os versículos que afirmam a volta de Cristo a qualquer momento, sem aviso prévio, e aqueles que instruem os crentes a esperar e aguardar a vinda do Senhor ensinam a doutrina da iminência.
Observem-se as seguintes passagens do Novo Testamento:
• 1 Coríntios 1.7 – "...aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo".
• 1 Coríntios 16.22 – "Maranata!"
• Filipenses 3.20 – "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo".
• Filipenses 4.5 – "Perto está o Senhor".
• 1 Tessalonicenses 1.10 – "e para aguardardes dos céus o Seu Filho...".
• 1 Tessalonicenses 4.15-18 – "Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras".
• 1 Tessalonicenses 5.6 – "Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios".
• 1 Timóteo 6.14 – "que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo".
• Tito 2.13 – "aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus".
• Hebreus 9.28 – "assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação".
• Tiago 5.7-9 – "Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor... pois a vinda do Senhor está próxima... Eis que o Juiz está às portas".
• 1 Pedro 1.13 – "Por isso,... sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo".
• Judas 21 – "guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna".
• Apocalipse 3.11; 22.7, 12, 20 – "Eis que venho sem demora!"
• Apocalipse 22.17, 20 – "O Espírito e a Noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem.
Aquele que dá testemunho destas cousas diz: Certamente venho sem demora. Amém. Vem, Senhor Jesus!"
Ao considerarmos as passagens mencionadas acima, observamos que Cristo pode voltar a qualquer momento, que o Arrebatamento é de fato iminente. Somente o pré-tribulacionismo pode dar um sentido pleno, literal, a tal acontecimento iminente. Outras posições sobre o Arrebatamento precisam redefinir iminência de maneira mais elástica do que indica o Novo Testamento. O Dr. John Walvoord declara: "A exortação a que aguardemos a ‘manifestação da glória’ de Cristo para os Seus (Tito 2.13) perde seu significado se a Tribulação tiver que ocorrer antes. Fosse esse o caso, os crentes deveriam observar os sinais."[4] Se a posição pré-tribulacionista sobre a iminência não for aceita, então haverá sentido em procurar identificar os eventos relacionados à Tribulação (i.e., o Anticristo, as duas testemunhas, etc.) e não em esperar o próprio Cristo. O Novo Testamento, todavia, como demonstrado acima, uniformemente instrui a Igreja a olhar para a volta de Cristo, ao passo que os santos da Tribulação são exortados a observar os sinais.
A exortação neo-testamentária a que nos consolemos mutuamente pela volta de Cristo (João 14.1; 1 Tessalonicenses 4.18) não mais teria sentido se os crentes tivessem, primeiro, que passar por qualquer porção da Tribulação. Em vez disso, o consolo teria que esperar a passagem pelos eventos da Tribulação. Não! A Igreja recebeu uma "bendita esperança", em parte porque a volta do Senhor é, de fato, iminente.
A Igreja primitiva tinha uma saudação especial que os crentes só usavam entre si, conforme registrado em 1 Coríntios 16.22: a palavra "Maranata!" Esta palavra é constituída de três termos aramaicos: Mar ("Senhor"), ana ("nosso"), e tha ("vem"), significando, assim, "Vem, nosso Senhor!" Como outras passagens do Novo Testamento, "Maranata" só faz sentido se uma vinda iminente, ou seja, a qualquer momento, for pressuposta. Isso também serve de apoio à posição pré-tribulacionista.
Não foi à toa que os antigos cristãos cunharam essa saudação peculiar que reflete uma ansiosa expectativa pelo cumprimento dessa bendita esperança como uma presença real em suas vidas cotidianas. A vida da Igreja em nossos dias só teria a melhorar se "Maranata" voltasse a ser uma saudação sincera nos lábios de crentes que vivem com esta expectativa. Maranata! (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
Jeffrey L. Sheler, “The Christmas Covenant”. U.S. News & World Report, 19 de dezembro de 1994, pp. 62, 64.
Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, “harpazo”, editado por Colin Brown. Vida Nova, São Paulo, 1982. Volume 1, p. 239-243.
Ibid., pp. 127-128.
Walvoord, The Rapture Question, p. 273.
Extraído do livro A Verdade Sobre O Arrebatamento
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Edificando a alma... boa segunda ....
1 Pedro 2:24
Pensamento: Ele carregou os nosso pecados. Ele não apenas os carregou; ele sofreu a penalidade que nós merecíamos. Sua angústia foi a nossa cura. Seu sofrimento foi a nossa justificação. Como poderíamos pensar em voltar ao pecado depois que Ele sofreu para suportar tamanha punição?
Ora?o: Santo Deus, como o Senhor suportou ver o seu Filho precioso sob o peso do meu pecado, todo o pecado, nunca entenderei. Obrigado por um amor tão grande, e por ser um Deus tão grande. Não há nenhum a ser comparado ao Senhor, ó Deus. Sua grandeza é além da nossa imaginação, e Seu amor é além dos meus sonhos. Eu viverei hoje para Sua glória através de Jesus que suportou meus pecado para que eu pudesse ser seu filho. No nome precioso do seu Filho, eu oro. Amém.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Leia e reflita
O homem vive apenas uma vez aqui na Terra. A Bíblia Sagrada, regra de fé e prática dos cristãos ensina que “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27).
Há somente uma oportunidade de aperfeiçoamento, uma oportunidade de salvação, uma única chance de o homem ser recebido no céu após a morte. Esta oportunidade é enquanto ele vive e pode tomar decisões.
Não morremos muitas mortes nem vivemos muitas vidas: “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Isaías 55.6-7).
O estado final do homem é irreversível, isto é, a sua situação após a morte, momento em que o espírito se separa do corpo. Não há nenhuma condição de, no além, mudar a situação de condenado para salvo, de injusto para justo, de sair do inferno para o céu.
O Senhor Jesus explicou uma realidade espiritual através da parábola do rico e Lázaro. Este morreu e foi levado pelos anjos para o céu. O rico morreu e foi para um lugar de tormentos. O contexto nos diz que nenhum dos dois tinha possibilidade de mudar de lugar.
Ao ladrão arrependido, Jesus garantiu o céu: “Na verdade, te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”
(Lc 23.43).
O ladrão sairia do céu para viver novas vidas aqui na Terra? De modo algum. Quando há sincero arrependimento, o perdão divino nos alcança. Não precisamos passar por sofrimentos para limpar nossa dívida. Jesus pagou tudo com Seu sangue. No caso do ladrão, vê-se o exemplo mais típico da graça de Deus em operação. Não podemos ganhar o céu mediante nossas obras. Arrependimento e fé são suficientes. Graça é favor divino em prol de quem não merece. É a única chance de salvação que Deus nos oferece. O sacrifício de Cristo nos deu essa chance (v. Efésios 2.8-9).
Estevão, momentos antes de morrer, disse: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito” (Atos 7.59). Estevão se esqueceu de que precisaria voltar à vida corpórea e viver por um número indefinido de anos para se purificar? Não, não houve esquecimento. Na verdade, a Igreja nunca falou, nem Jesus ensinou a existência de vidas passadas e retorno á vida presente para alcançar purificação.
Deus nos garante vida eterna com Ele, ou vida eterna sem Ele. Isto é, viver eternamente no Céu, ou viver eternamente no Inferno: “O Diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta, como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20.10). “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap 20.15).
O ensino de novas vidas terrenas é contrário à Palavra de Deus e especificamente contrário ao ensino do Senhor Jesus e à doutrina do Juízo Final. Vejam:
“Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (João 3.18).
“Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita; Vinde, benditos de meu Pai. Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Dirá também o Rei aos que estiverem à sua esquerda:
Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos” (Mt 25.34, 41).
domingo, 23 de maio de 2010
Um domingo com Deus!!! todos os dias com Deus...
Pensamento: Uma das coisas mais impressionantes sobre o nosso Deus é que ele é gracioso e compassivo. E isto nós vemos até quando estragamos tudo. De fato, quando pecamos, Ele anseia por nos limpar e perdoar, e não por condenar e punir. A sua graça tem pressa em receber nosso verdadeiro arrependimento com perdão, purificação e redenção.
Oração: Querido Pai, quando eu pecar, por favor, ajude-me a ver meu pecado como o Senhor vê. Ajude meu coração a sofrer com meu pecado quando eu me rebelar contra o Senhor. Eu jamais quero me tornar dormente ou frio em relação à sua graça. Eu quero sempre apreciar o preço que o Senhor pagou para me redimir, perdoar e me limpar com a sua graça. No nome de Jesus eu oro. Amém.
sábado, 22 de maio de 2010
Bom fim de semana..
VERSÍCULO:
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.
Salmos 23:4
PENSAMENTO:
A morte é o cúmulo do sacrilégio no mundo atual.
Não gostamos de pensar nela, muito menos de falar dela.
No entanto, a morte é a realidade que não nos abandona. Nós perdemos amigos e parentes para a morte. Em algum ponto de nossas vidas, nós também inevitavelmente a enfrentaremos, a não ser que Jesus venha antes disto.
Então, qual é a nossa confiança ao encararmos o inescapável?
Nosso Pastor! Ele nos acompanhará, guiando-nos, protegendo-nos e confortando-nos na nossa jornada.
E como cristãos, esta promessa é ainda mais significativa, porque conhecemos Jesus como nosso Pastor, e Ele está indo à nossa frente, para assegurar que nossa caminhada pelo vale da morte não termine em morte, mas em glória.
ORAÇÃO:
Querido Pai do Céu, meu Pastor e Salvador, obrigado porque não tenho que enfrentar morte sozinho.
Eu busco sua orientação e ouço sua voz para me guiar pelo vale sombrio da morte, e me trazer para a sua presença santa e gloriosa, em vitória e alegria. Eu oro confiantemente no nome de Jesus. Amém.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Preste atenção nisto...
Pensamento: A palavra de Deus é impressionante porque ela se complementa, se explica, é atual, e traz resposta aos nossos problemas. Somente algo inspirado por Deus poderia ser perfeito desta forma. Devemos nos alimentar da palavra diariamente, para ter intimidade com o Senhor, para sermos cheio do Espírito, e para podermos falar de Deus para as outras pessoas que ainda não conhecem a cristo.
Oração: Pai querido, obrigado porque o Senhor teve o cuidado de registrar ao longo da história, as experiências de pessoas que estiveram envolvidas com o Senhor, sendo todas elas inspiradas pelo Espirito Santo, afim de nos ensinar e orientar para que possamos andar no Seu caminho. Ajuda-me a ter compromisso diário de leitura e estudo da Sua palavra, pois eu quero a cada dia ter mais intimidade com o Senhor. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Esqueça seu medo....
A Bíblia relata diversos episódios em que uma pessoa ou um grupo de pessoas passou quarenta dias ou quarenta anos numa situação fora do normal. Em geral esta "quarentena" representa um período de tribulação, escassez ou provação que visava preparar a pessoa ou o grupo de pessoas para uma nova fase de suas vidas - uma nova fase com grandes desafios.
No caso de Jesus, Moisés e Elias que passaram quarenta dias jejuando e no caso de Noé que testemunhou quarenta dias de fortes chuvas no dilúvio o período de quarentena não foi consequência do pecado destas pessoas. No entanto, no caso do povo de Israel os quarenta anos de peregrinação no deserto foram consequência da falta de fé deste povo.
Talvez alguns de nós estejamos passando por um período de quarentena. Não sabemos se estes quarenta dias ou quarenta anos de nossas vidas são consequência do nosso pecado ou um plano que Deus tem para nós. Mas podemos ter certeza de que qualquer que seja a causa da quarentena Deus estará conosco. Mesmo no caso do povo de Israel, que havia pecado e por isso amargava um longo período de privação, é dito no verso de hoje que o Senhor estava com eles.
Meu amigo. Que Deus te dê perseverança e fé quando seus quarenta dias ou quarenta anos de privação chegarem. Ele tem algo especial para você além do Jordão.
Oração: Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Eu te agradeço pelos exemplos e relatos deixados em Sua Palavra. Episódios que servem de ilustração e ensino para a minha vida. Esteja comigo, Pai. Eu não sei o que o Senhor quer de mim no futuro. Mas vivo o presente com os olhos fixos em ti. No momento de tribulação não me deixe perder a esperança. Mas que eu possa, com os olhos da fé, vislumbrar o que o Senhor tem preparado para mim. Em nome de Jesus é que te peço. Amém.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Que Deus abençoe seu dia!
Pensamento: Quando você sente que ninguém se importa contigo e que não existe amor, essa é a hora de recostar-se nos Meus braços e ali encontrar paz. Quando fica desanimado e sente-se um caso perdido, contemple o Meu rosto maravilhoso, e veja que Eu estou sorrindo para você, pois Eu te amo do jeito que você é. Quando sente-se preocupado ou frustrado, corra para Mim, pois serei o seu companheiro perfeito. Se sentir que ninguém consegue entender as dificuldades pelas quais está passando, isso não é verdade, porque Eu sempre entendo. Quero muito saber dos seus problemas e resolvê-los. Essa é a hora de correr para Mim, de Me contar os problemas, o que o preocupa e inquieta, as suas ansiedades, e vou lhe dar as soluções que dissiparão tudo isso.
Oração: Senhor Deus... diante da perfeição do Seu amor, do tamanho das Suas obras e da grandiosidade do Seu poder, só tenho a lhe agradecer pelo cuidado e pela preocupação individual que o Senhor tem com cada um de nós. Prepara este momento especial para que eu possa conversar intimamente com o Senhor, e me derramar na Sua presença. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Convidamos você.....
Temos o hábito de chamar o ministério de música como “Ministério de Louvor e Adoração”. Na verdade, colocamos juntos essas duas palavras, como que sendo um nome e um sobrenome.
Raramente paramos para pensar nas diferenças complementares entre elas. Assim, vejamos as definições:
Louvar – lit. “Barulho” – elogiar, gabar, exaltar, enaltecer, glorificar, aprovar, aplaudir, bendizer.
i. Heb. “halal” – 160 vezes no Antigo Testamento – fonte de “hallellujah”, que pode ser traduzido por “Louvado seja Yah” (Yah como abreviação de Yaweh – aquele que faz as coisas serem”)
Referências: Ed. 3:10 –11; 2 Sm 6; Salmos
Adorar – lit. “Prostrar-se” – reverenciar, venerar, amar extremosamente, idolatrar, ter grande predileção a, cultuar, curvar-se, cair com o rosto em terra, render-se.
i. Heb. “shachac” – 170 vezes no Antigo Testamento – denota prostrar-se diante de autoridades, mostrando significado cultural (Davi X Saul; Rute X Boaz; José X feixes...) É usado como forma comum de se chegar diante de Deus em adoração (Jr. 7:2).
ii. Gr. “proskuneo” – pros (na direção de) + kuneo (beijar)
Referências: Gn 22:5; 24:26, 48; Ex 4:31, 12:27, 34:8; Js 5:14; 2 Cr 29: 29-30; Ne 8:6; Jô 1:20; Sl 95:6, 132:7; Mt 2:2, 11; Mc 15:19; Jô 4:22-24; Fp 3:3; Ap 5:14, 7:11, 11:16, 14:7, 15:4, 19:4, 10, 22:8-9.
Veja um Paralelo entre LOUVOR e ADORAÇÃO:
LOUVOR: Motivado na alma por um impulso de receber do Senhor
ADORAÇÃO: Motivado no espírito por um impulso de dar ao Senhor
LOUVOR: Pode ser comunitário
ADORAÇÃO: É individual
LOUVOR: Brota das emoções
ADORAÇÃO: Brota da devoção
LOUVOR: Pelos feitos de Deus
ADORAÇÃO: Pelo que Deus é
LOUVOR: Pelos presentes de Deus
ADORAÇÃO: Pela presença de Deus
LOUVOR: É uma expressão de vida
ADORAÇÃO: É um estilo de vida
LOUVOR: É circunstancial
ADORAÇÃO: É incondicional
LOUVOR: Aprecia os feitos de Deus
ADORAÇÃO: Vive para Deus
LOUVOR: Pode ser distante
ADORAÇÃO: Só ocorre na presença
LOUVOR: É mais exuberante, enérgico, movimentado, barulhento, com mais palavras
ADORAÇÃO: É mais sóbrio, com menos movimentos, menos palavras, inclinando-se a cânticos espirituais e silêncio
Não devemos nos equivocar que é mais espiritual adorar, pois o que aprendemos é que ambos se complementam. Assim, devemos ter a liberdade de louvar com expressões espontâneas, enérgicas ao mesmo tempo de adorar com cânticos mais contemplativos.
Na verdade, a Bíblia nos indica que existem várias expressões de louvor e de adoração, tais como através da oração, cânticos, confissão, ofertório, artes em geral, pregação, ceia, batismo e do próprio exercício do ministério.
Não importa o exterior, sejam palmas, mãos levantadas, prostrando-se ou com danças. Deus olha o coração, pois diz que um coração contrito não desprezará.
Veja abaixo mais referências bíblicas:
Com palmas – Sl 47:1, 98:8; Is 55:12
Com mãos levantadas – Sl 63:4, 77:2, 134:2, 141:2; 1Tm 2:8; Hb 12:12
Com júbilo – Sl 27:6, 35:27, 47:1, 81: 1, 2, 89:15, 95:1, 98:4, 107:22, 118:15, 132:16; 1 Sm 18:6, 7; Ex 15:21; Ne 12:43
Prostrando-se – Gn 17:3; Ez 43:3; Ap 4:10; Lv 9:24; Dt 9:25; Sl 95:6, 99:9; 2 Cr 29:28
Com danças – 1 Sm 18:6; Ex 15:20, 2 Sm 6:14, 15; Jr 31: 1-4, 13
Devocional
por Luciano P. Subirá
A Bíblia ensina que Jesus Cristo nos comprou com seu sangue para fazer de nós reis e sacerdotes (Ap.5:9,10), o que nos faz compreender a visão do sacerdócio universal do crente. Diferente da idéia pintada pela igreja em séculos anteriores, não temos duas categorias distintas na igreja: o clero e os leigos. Todos são sacerdotes e deveriam funcionar como tal. As Escrituras Sagradas ainda distinguem posições de governo dentro da Igreja Local, mas não limita o sacerdócio a uns poucos cristãos. Todo crente deve funcionar em seu lugar no Corpo de Cristo, e todos têm a responsabilidade de ministrar ao Senhor, bem como aos homens, em nome d´Ele.
Esta visão tem sido resgatada em nossos dias, e somos gratos a Deus por isso. Contudo, mesmo para aqueles cujo coração já se encontra aberto a esta verdade, ainda vemos muitos com uma dificuldade: a de não enxergarem o sacerdócio do lar como algo fundamental.
O SACERDÓCIO COMEÇA NO LAR
Antes de ser sacerdote na igreja, o homem tem que ser sacerdote na sua própria casa:
“É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher... e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como governará a Igreja de Deus?)“ (I Timóteo 3:2a, 4 e 5)
Não é porque vai governar a igreja que o bispo tem que ter um bom lar, mas justamente o contrário. O homem tem que ser o pastor do seu lar; isto é requisito não só para quem ingressa no ministério de tempo integral, mas é um exemplo de vida cristã. E se a pessoa não cumpre um requisito básico da vida cristã, então não tem autoridade para ser um ministro à frente da Igreja. Portanto, o mandamento de ser sacerdote no lar é para todo cristão. E isto envolve uma excelente conduta familiar, que depois será cobrada do líder como exemplo para o restante do rebanho:
“Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísse presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados”. (Tito 1:5,6)