Bom Dia


Às vezes o silêncio é a melhor resposta para uma acusação falsa. Outras, temos que nos defender. Quando falsas testemunhas acusaram Jesus diante do Sinédrio, Ele “guardou silêncio” (Marcos 14:53-61). Defender-se teria sido inútil. Acima de tudo, Ele estava cumprindo a profecia de Isaías 53:7. Anteriormente em Seu ministério, Jesus repreendeu os fariseus, desafiando-os a provar que Ele havia pecado (João 8:13-59).

Um pastor demitiu-se da sua igreja porque alguns membros fizeram falsas afirmações sobre ele. Achou que defender-se não seria um posicionamento cristão, mas algumas vezes é. Contudo, nesse caso, aqueles que causaram problemas precisavam ser confrontados e suas falsas acusações refutadas. Ele deveria insistir para que se arrependessem ou enfrentassem a disciplina da igreja.

Não refutar pode permitir que aqueles que fazem algo errado continuem em seus maus caminhos, sem que sejam confrontados. Porém, se o Espírito de Deus nos orientar a permanecermos em silêncio, ou se quisermos simplesmente tentar recuperar o nosso orgulho ferido, então deveríamos refrear nossa língua. Você está sendo falsamente acusado? Se discernir que é inútil discutir, ou se o seu orgulho tiver sido ferido, peça a Deus por graça para calar-se. Todavia, se você se preocupa com aqueles que erraram e deseja ver a justiça feita, defenda-se!

adorasoul

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adoração a Deus
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

OPINIÃO!!! SILAS MALAFAIA.

Editorial

Pastor Silas Malafaia rasgou o verbo no programa das 09:00 (Rede TV) e 12:00 (Band) sobre as manobras realizadas no Senado por baixo dos panos para converter o PLC 122/2006 na base da experteza. Citou a manipulação da enquete sobre "homofobia" no Senado no mês de novembro por funcionário engajado na "causa" agindo no surdina. Ele e o Senador Magno Malta cujo testemunho é notório pelos excelentes serviços prestados à sociedade brasileira ao combater com muita eficiência a praga da pedofilia que assola a nação. O Senador Malta trouxe uma informação bombástica. Disse ele que, se não fosse alertado pelo Senador Demóstenes Torres, na última sessão do Senado de 2008, antes do recesso, o famigerado projeto teria passado, na última votação da casa às 05:00 da manhã quando os seis senadores presentes já estavão muito cansados e e projeto entrou na pauta sorrateiramente.

O Pastor Silas Malafaia rompeu definitivamente com a maneira omissa que a maioria dos pastores assembleianos se comportam. Ele agem religiosamente, sem ter atuação política forte. Silas Malafaia não precisou de cargo político para expressar os anseios dos evangélicos, que representam de 20 a 25% da população mas não têm que os represente e dêm a "cara" para bater. Posso não concordar com tudo o que ele faz ou fala, mas tiro o "chapéu" pela sua atuação política firme contra as investidas contra aqueles que já se habituaram a discriminar os crentes chamando-os de retrógrados e o atraso da sociedade. De tanto repetir este sofisma, a sociedade passou a crer nisso, pois não tínhamos quem
Neste sábado o Pastor Silas Malafaia mostrou à sociedade brasileira que homens religiosos também possuem capacidade política. O Pastor e o Senador Magno Malta bateram de frente contra o PLC 122.

Há um velho sofisma criado (por descrentes) para cabrestear os evangélicos brasileiros. Ele é repercutido há muitas eras de que pastores e crentes devem se ater apenas à vida religiosa e não praticar atos políticos. Besteira! Crentes também têm o direito ao exercício pleno da cidadania.

E se esta cidadania não for exercida amplamente, os cristãos praticantes correm o risco de serem tangidos e governados por descrentes que há muito tempo vêm brandindo o bordão de "país laico, país laico", para enfiar goela abaixo da sociedade atitudes e comportamentos ofensivos e destrutivas da família. Bordão embrulhado em papel de ouro tão puro e moderno que só os inteligentes podem ver! É isso é o que penso do 122 é.

Por outro lado esses memsmos não se cansam de repetir para a sociedade que crentes são pessoas atrasadas, ignorantes, de classe baixa, que usam roupas fora de moda, cabelos compridos, gente pobre e bando de trouxas. Querem calar a nossa boca e roubar a nossa voz. E nós, passamos a ser discriminados há muito tempo por jornalistas da grande imprensa em geral (principalmente da TV Globo, Revista Veja, Jornal O Estado de São Paulo etc). e sempre ficamos caladinhos. Este silêncio têm desanimado os nossos filhos.

Pastor Silas pode ter muitos defeitos, mas tem sido a única autoridade religiosa neste país que tem dado a cara para bater - sempre. O Pastor Martin Luther King, se fazia ouvir na sociedade e no mundo pelos sermões que pregava.

Crente não tem "alergia" de gays, pois Jesus não discriminava ninguém e mandou os discípulos dele pregar o Evangelho do Reino à toda criatura, principalmente aos mais desprezados pela sociedade. É dever de todo pastor receber bem e tratar com respeito e amor a qualquer cidadão que entrar pelas portas de sua Igreja. Mas tenha paciência: aprovar uma lei que prescreve de dois a cinco anos de cadeia ao cidadão que criticar (pito) e reprovar atos de afetividade homossexual em lugares públicos - é o fim da picada. É como se de repente a exceção ditasse as regras.

E tem muito político "moderno" disposto a tudo para aprovar isto. Pois bem, se este jogo vai ser decidido pela forma política, então vamos exercer nossa cidadania - que vença a democracia. Ano que vem, vamos eleger nossos candidatos. O cristão que vota em candidato que passa quatro anos pisando na Bíblia e em 2010 vier distribuindo pratos de lentilhas com cara de "anjo", cuidado! Deus vai cobrar muito caro a sua rebeldia.

Não poderia terminar sem deixar de mencionar o nome do Senador Demóstenes Torres, que alertou seus outros seis colegas que iriam aprovar esse projeto sem saber, uma vez que foi posto SORRATEIRAMENTE em votação às 05:00 da manhã, depois de uma longa noite de votação, no final de 2008, último dia antes do recesso. Se não fora a mão de Deus e vigilância daquele Senador, a sociedade brasileira já estaria há um ano sendo puxada pelo cabresto por uma minoria cuja conduta não é aprovada nem pela Biblia nem pelas famílias brasileiras.

Intolerância, nunca! Vigilância, sempre!

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